COURA CINEMA

PAREDES DE COURA

  • 05.set
  • 12.set
  • 19.set

FILMES
À SOLTA

Projeto de cinema descentralizado

A descentralização da programação cinematográfica pelas freguesias do concelho constitui uma medida de valorização cultural, promovendo a igualdade de acesso à cultura e a participação das comunidades na vida cultural local. Ao aproximar o cinema das populações, o projeto contribui para reduzir assimetrias e para formar novos públicos. A iniciativa promove ainda a literacia cinematográfica e audiovisual e dinamiza os equipamentos e agentes locais, através da articulação com juntas de freguesia, associações e comunidades locais. Deste modo, reforça-se uma política cultural de proximidade, que reconhece a cultura como um fator de desenvolvimento, cidadania e coesão social, contribuindo para uma oferta cultural mais equilibrada e acessível.

PROGRAMA


05.set

21H30 | Local a designar

AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO

de Miguel Gomes (Portugal / França, 2008,147’, M/12)

aquele querido mês de agosto

No coração do Portugal serrano (na região da Beira Serra), o mês de agosto ferve com atividade. Os emigrantes regressam à terra natal, lançam-se foguetes, combatem-se fogos, canta-se no karaoke, caçam-se javalis e bebe-se cerveja no meio de bailaricos repletos de música pimba.


12.set

21H30 | Local a designar

A FOTOGRAFIA RASGADA

de José Vieira (França, 2002, 53’)

a fotografia rasgada

Nos anos sessenta, quem recorria a um passador para emigrar clandestinamente conhecia o código da fotografia rasgada. O passador guardava metade da fotografia de quem emigrava e a outra levava-a o emigrante que, uma vez chegado ao destino, a remetia à família, em sinal de que chegara bem e que poderia ser concluído o pagamento pela sua “passagem”. Partindo da sua experiência como emigrante e das memórias de muitos portugueses que partiram para França “a salto”, José Vieira traça um retrato da história recente de Portugal.


19.set

21H30 | Local a designar

DESAFIOS

de Carlos Eduardo Viana (Portugal, 2013, 84’, M/12)

desafios

A tradição das cantigas ao desafio tem uma grande importância no Alto Minho. São uma forma de crítica em verso, em que o cantador ataca o seu par até um deles não ter resposta e se dar por vencido. Há festas, romarias e convívios que não dispensam a concertina e os cantadores. DESAFIOS traz-nos o mundo das cantigas ao desafio através da intervenção de alguns dos mais conhecidos cantadores do Alto Minho, onde se destacam Delfim e Carminda de Arcos de Valdevez, José Cachadinha de Ponte de Lima, Armando Marinho de Ponte da Barca e Augusto Canário de Viana do Castelo.

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